Com esta exposição no CAE da Figueira da Foz (a quem agradeço) foi apresentada oficialmente a SMS-Associação dos Amigos do Convento de Santa Maria de Seiça.
Aos sócios fundadores Padre Manuel Silva, Goretti Carmona Bicho e João Campos, que me ajudaram a que a SMS se tornasse realidade, o meu obrigada assim como ao Luis Matias que sempre me apoiou.
Um obrigada também a todos os que estiveram na abertura da exposição e aos que participaram com as fotografias: GAFA, Guida Medlam, Isabel Sousa, Edgar Gonçalves, Humberto Santos e o fotógrafo Jorge Dias.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 27 de abril de 2012
25
de Abril 2012
Figueira
da Foz entre as 21,30h e as 23,30h
Foi mesmo no…… dia 25
de Abril,
(Dia da Liberdade ???) que vi um povo tentar entrar no Salão Café e lhes foi negado esse direito
(ainda vi uns encontrãozinhos com os seguranças, cidadãos que gritavam que
queriam entrar…mas em vão…não entraram…).
Vi no Casino da Figueira da Foz (enquanto dentro do
Salão Café as “Conversas Improváveis” decorriam):
1.
Que no Casino da Figueira da Foz o Livro de
Reclamações tinha acabado e não havia outro para se reclamar (foram postas à
disposição meia dúzia de folhas com o timbre do Casino para o fazer) pois na
publicidade não estava escrito que as entradas eram a 5€. (os bilhetes estavas
esgotados!).
2.
Foi pedido a presença de um responsável….em
vão não apareceu ninguém…. responsável…
3.
Foi pedida a presença da polícia que chegou
às 11 horas e tomou conta da Ocorrência.
Nota: Como talvez estes acontecimentos sejam
considerados “sem interesse jornalístico” aqui fica a minha homenagem e
respeito por aqueles que tiveram a coragem de enfrentar os seguranças e gritar
bem alto e sem medo “queremos entrar...” e era o Dia 25 de Abril…
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Figueira da Foz, 25 de Abril de 2010

Todos conhecemos esta data, todos sabemos o que significou nas nossas vidas, já lá vão 36 anos desde o 25 de Abril de 1974: vivia nessa altura em Lisboa, ía levar as minhas filhas à escola quando alguém me disse: “Volte para casa que há uma revolução!” Depois estive presente, com muitas outras pessoas, na estação da TV pois os tanques de Jaime Neves iam a caminho, estive presente quando os aviões sobrevoaram o quartel à entrada de Lisboa…e assim foram esses dias de Liberdade para um Povo que nem podia ler o que outros povos já tinham lido…onde não se podia falar abertamente porque nunca se sabia que quem escutava era ou não informador da PIDE…o resto todos sabem…por isso fui dar uma volta pela cidade da Figueira da Foz para ver como era recordado esse dia, ficam umas fotos de uma cidade vazia….e um poema de Camões com um pedido de que o próximo seja festejado com uma cidade enfeitada de bandeiras e alegria….

Luís Vaz de Camões
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía
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