ribeira de seiça

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Uma Verdade Inconveniente

É um documentário apresentado por Al Gore (antigo Vice-Presidente dos estados Unidos) a chamar a atenção para o aquecimento global do planeta, numa tentativa de impor o problema, não como uma questão política mas competindo a nós todos ajudar a salva-lo evitando uma catástrofe. Podemos, pois, por começar por evitar a poluição dos rios e ribeiros da nossa terra.






O vale de Seiça
O "Planeta Azul" tem lugares lindissimos que não podem continuar a ser poluídos, um desses lugares é o Vale de Seiça com a sua Ribeira de Seiça e canais, que em tempos foi navegável e que terá sido por ela transportadas as pedras usadas na construção do Mosteiro actual em meados do sec.XVII (existe uma ponte romana coberta de alcatrão e silvas na estrada que liga o Convento à Torneira).

O arroz ainda se cultiva, mas....antes apanhavam-se agriões para fazer salada, enguias e camarões pequeninos aí andavam...
Hoje os canais estão bastantes assoreados mas pode-se ver o verde ao longo deles. Num destes canais tirei esta foto....neve não é concerteza...fica à imaginação de cada um....




quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Pôr do sol


Pôr do sol na foz do rio Mondego, na cidade da Figueira da Foz, a 17 km da Ribeira de Seiça.

Cores no quintal


Uma foto no quintal num dia de muito frio em Seiça.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009



Abaixo-Assinado

Este Abaixo-Assinado circula para o pedido de recuperação do Convento de Santa Maria de Seiça.

Foi posto a circular uns meses e neste momento tem 1500 assinaturas.

Brevemente será apresentado um Link para uma Petição.





As duas torres

Aqui está a Igreja do Mosteiro nos dias de hoje.


Já não existe cúpula pois vê-se o céu através das janelas.

Nas torres havia uma oliveira, agora estão mais "plantadas" e as cegonhas até gostam pois este verão contei trinta..... ( a foto do lado direito é de G.Mergulhão)

domingo, 4 de janeiro de 2009

Santa Maria de Seiça

"O conjunto arquitectónico data dos séculos XVI, XVII e XVIII, quando se construiu o claustro, se ergueu o dormitório e se transformou a igreja. O templo, de nave única, capelas laterais à face, transepto saliente e duas torres sineiras de cúpulas bolbosas na fachada, foi muito adulterado no século XX, tendo-se apeado a cabeceira para a construção da linha de caminho-de-ferro e instalado, no interior, uma unidade industrial de descasque de arroz. "(IPAAR)
Capela de Nossa Senhora de Seiça

Uníca no país, por ser octogonal, faz parte da história do Mosteiro de Santa Maria de Seiça com pinturas sobre as lendas relacionadas com a construção do Mosteiro e Montemor-o-Velho.